Balneário Camboriú, Itajaí, Itapema, 18 de Dezembro de 2017

12/06/2012 Universo masculino

AUTO...

AmoritzGT DoniRosset

Já pensou em o Brasil ter um supercarro feito aqui mesmo, pois bem, agora tem!
Feito pelo empresário William Rosset, em parceria com a Amoritz GT, o modelo é uma homenagem ao pai de Rosset, cujo apelido é Doni.
Por fora, o DoniRosset tem elementos vistos em conceitos e linhas arrojadas. O esportivo mede 4,7 metros de comprimento e 2m de largura.
Debaixo do capô, o motor, importado dos Estados Unidos, é o mesmo usado no Dodge Viper: 8.4 V10 biturbo, de 1007 cv de potência. Os engenheiros da AmoritzGT, liderados pelo designer Fernando Morita, mexeram na programação para o propulsor utilizar etanol.
Seu preço??? Apenas R$ 2 milhões. O objetivo do criador é ter uma espécie de ateliê, onde os futuros proprietários possam acompanhar a produção do esportivo.

 

 

O que fazer com uma carta de vinhos na mão?

Sempre que posso e acho algo interessante pelos sites, publico na nossa coluna, e com este titulo de “o que fazer com uma carta de vinhos na mão?” não consegui deixar de repassar, pois muitas vezes, entendidos ou não, passamos por essas situações e dúvidas podem surgir, então lá vai:
A) Não entendo quase nada de vinhos e estou com pressa
Siga as dicas básicas a seguir que não tem erro:
1. Regra de ouro da escolha: tinto ou branco? Encorpado ou leve?
Falarei um pouco mais sobre harmonização para frente, pois é o conceito mais fundamental na escolha de um vinho, mas há uma regra de ouro que você pode ter em mente: quanto mais pesado o prato, mais encorpado deverá ser o vinho e vice-versa. Neste sentido, por exemplo:
• Saladas e carnes brancas (que são leves e pouco gordurosos, sem muitos temperos) quase sempre geralmente combinam bem com vinhos brancos e rosés mais frescos e secos (que acompanham bem alimentos sem muita suculência e de fácil digestão).
• Massas e carnes escuras (que são naturalmente pratos pesados) vão muito bem com tintos encorpados. Procure vinhos com as uvas Syrah, Cabernet Sauvignon e Carmenère, que são comumente usadas em tintos deste tipo.
2. A questão do preço
Vamos tirar uma ideia antiga e errada do caminho: vinho caro não garante qualidade. Pode ser um indicador, é claro, mas também é um reflexo de diversos outros fatores, como impostos, denominação de origem, marca, método de produção, safra ou até mesmo a vontade do importador ou restaurante de fazer um dinheiro extra.
Na prática, atualmente, uma taça de um vinho não pretensioso, mas ainda de qualidade, pode variar entre R$18 a R$30, enquanto a garrafa fica entre R$65 e R$110. Lembrando que, como qualquer outra bebida, o vinho no restaurante é mais caro do que na loja.
3. Escolhas certeiras para HOJE
Se der na telha de você sair ainda hoje para beber um vinho no seu restaurante favorito e você não tiver tempo para “estudar” de antemão qual vinho pedir, seguem três dicas certeiras para você não perder tempo:
• Para quem está com apetite para uma carne vermelha, como um Medalhão de Filé Mignon, o tinto Marquês de Riscal Reserva é uma excelente escolha que não irá decepcionar. Ano após ano, o Marquês de Riscal é reconhecido pela grande qualidade.
• Se uma salada for suficiente para hoje, qualquer espumante irá combinar muito bem. Os nacionais são ótimas escolhas na relação qualidade/preço. O tradicional Chandon Reserve Brut é uma opção popular e que não tem erro.
• Já falamos sobre a harmonização de carnes brancas com vinhos brancos, então se a opção do jantar hoje for à base de frango, o Terrazas Reserva Chardonnay é uma escolha indiscutível. Apesar de ser um vinho branco, tem presença (corpo) e por isso combina. Na verdade, aqui cabe mais uma dica: os vinhos feitos com a uva chardonnay geralmente são mais encorpados.
B) Já gosto um pouco de vinho, mas quero aprender mais
Seguindo alguns princípios simples, você mesmo vai se surpreender com a facilidade com que escolhe seu vinho.
1. Separando para facilitar
Uma boa dica é olhar ao redor. Procure saber a virtude do lugar onde você está e fazer a escolha de acordo. A gastronomia em geral tem um caráter bastante local em suas particularidades. Estamos o tempo todo experimentando a cozinha de outros países e regiões, e uma maneira simples e geralmente eficaz de harmonizar a refeição é escolher um vinho do mesmo país ou região do prato. Comidas e molhos típicos da Itália dificilmente não darão certo com vinhos tradicionais italianos, desde que seja respeitada a associação entre a estrutura e sensações.
Mesmo as mais pobres cartas de vinhos de restaurantes incluem uma separação por tipo e país. Algumas também discriminam por região e produtores, e as melhores até listam as uvas – o que na verdade deveria ser padrão, já que a composição é uma informação essencial para a escolha.
Seria preciso muito mais do que um artigo (provavelmente um livro, e não dos pequenos) para especificar as particularidades de cada país, região e uvas, mas o importante é lembrar que rótulos bons e ruins existem em qualquer lugar do mundo, então não fique se prendendo à ultrapassada ideia de que vinhos do Velho Mundo (Europa) são sempre melhores do que os do Novo Mundo (Estados Unidos, Brasil, Austrália, Argentina etc). Não podemos negar a tradição dos vinhos franceses, italianos e espanhóis, por exemplo, mas também temos vinícolas.
Espero que esta coluna tenha acrescentado algo, e até a próxima dica.

Fonte: 4Rodas / papodehomem.com.br

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